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Greve no Judiciário

Servidores do Judiciário paulista entram em greve

Os servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada durante a assembléia feita, nesta segunda-feira (27/8), na Praça João Mendes, em São Paulo, onde cinco mil servidores estiveram presentes. A partir desta terça-feira (28/8), haverá piquetes nas portas dos Fóruns.

A categoria de aproximadamente 51 mil servidores reivindica aumento salarial de 56%, auxílio alimentação de R$ 10,00 por dia, seguro de vida em grupo e extensão do auxílio creche às comarcas do interior.

"É estranho porque o próprio presidente do Tribunal de Justiça confessa que já não está cumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal, enquanto argumenta que é essa mesma lei que impede o atendimento às nossas reivindicações", disse Wagner José de Souza, presidente do Sindicato União dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo, ao comentar a nota divulgada pelo presidente do TJ, Márcio Martins Bonilha. Em nota oficial, Bonilha afirma que o reajuste é inviável no momento.

A assessoria de imprensa do TJ-SP informou que, até às 18h10 desta segunda-feira, havia recebido somente a comunicação de sete Comarcas sobre a paralisação. Das sete Comarcas, duas aderiram parcialmente à greve, duas totalmente e em três delas, a maioria dos funcionários optou pela paralisação.

Na sexta-feira, (31/8), às 10h, haverá assembléias regionais em cada unidade do Judiciário para avaliação da greve.

Revista Consultor Jurídico, 27 de agosto de 2001, 18h07

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