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Batalha jurídica

Inglesa entra na Justiça para ter direito à morte

Doente terminal inglesa que não anda, mal consegue usar as mãos e tem capacidade de comunicação limitada iniciou uma batalha jurídica para ter direito à morte. A Justiça de Primeiro Grau negou o pedido de Diane Pretty, 47 anos. Mas o caso ainda promete polêmica, já que a inglesa e o seu marido querem que o pedido seja atendido.

Diane sofre de uma doença incurável que degenera seu neurônios. Argumenta que a sua baixa qualidade de vida lhe dá o direito de escolher a morte.

De acordo com a BBC, a inglesa vai solicitar à Suprema Corte que não processe seu marido, caso ele a ajude a se suicidar. As condições físicas de Diane a impedem de se matar "sem ajuda". Ela considera que vive em condições desumanas e de tratamento indigno.

O marido afirma que recorrerá da decisão, caso seja novamente contrária ao pedido de Diane. Ele quer ver o último desejo da esposa respeitado.

Revista Consultor Jurídico, 22 de agosto de 2001, 9h16

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