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Paralisação

Servidores da Justiça Eleitoral fazem greve de 24h nesta terça

Os servidores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE) cruzarão os braços nesta terça-feira (26/9).

Assembléias da categoria em diversos Estados estavam programadas para a noite desta segunda-feira para decidir a adesão ao protesto.

O motivo da paralisação é a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de não conceder a incorporação de 11,98% ao salário dos funcionários dos tribunais.

O valor refere-se a perdas causadas pelo atraso na conversão dos salários, com a implementação da Unidade Real de Valor (URV), em 1994. A unidade monetária foi adotada transitoriamente até a adoção do real como moeda nacional.

Nesta segunda-feira (25/9), os servidores do TSE e do TRE-SP pararam por duas horas.

A possibilidade de uma greve – que poderá atingir a Justiça Federal em todo país, durante as eleições – será definida em reunião entre os representantes dos servidores e o presidente do TST, ministro Néri da Silveira.

A expectativa do coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal do Estado de São Paulo, Adilson Rodrigues Santos, é que pelo menos 800 dos 1.000 funcionários do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo paralisem suas atividades.

Segundo o sindicalista, a continuidade da mobilização será definida em assembléia, na quarta-feira, quando será apresentado aos funcionários o resultado da reunião que diretores da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores do Judiciário Federal (Fenajufe) terão com o ministro Néri da Silveira, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

"Dependendo do que for discutido com o ministro vamos dar indicativos para a continuidade ou não das paralisações", explicou Santos.

Revista Consultor Jurídico, 25 de setembro de 2000, 0h00

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