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Eleições na OAB-SP

OAB-SP: Oposição ameaça favoritismo de Carlos Miguel Aidar

Próximo da meia-noite desta quinta-feira, sob o argumento de que a direção da OAB-SP pretendia fraudar a eleição, a chapa oposicionista passou a invadir salas da entidade a procura de mapas eleitorais. A direção da Seccional pediu reforço policial.

Neste momento (00h40), 21 policiais militares, mais o corpo de seguranças da OAB vigiam cada andar do prédio. Com a chegada da PM e do presidente do Conselho, Rubens Approbato Machado, a apuração foi reiniciada.

Pelo último boletim parcial emitido, com 77.231 votos apurados, o situacionista Carlos Miguel Aidar continuava com ligeira vantagem de apenas 22 votos.

Na contabilidade extra-oficial do comitê de Aidar, o situacionista já teria 791 votos de frente, faltando apenas 30 Subseções.

Os votos nulos somavam 2.472 e os brancos, 1.399.

Na apuração extra-oficial dos situacionista, feita no escritório do conselheiro Vitorino Francisco Antunes Neto, a vantagem de Aidar já era de 1.170 votos.

Os números extra-oficiais do comitê de Roberto Ferreira eram bastante diferentes. Segundo um de seus coordenadores eles teriam 4.000 votos de vantagem.

Às 23h, no auditório da OAB, onde se processa a apuração, começaram a ser feitas as primeiras acusações de tentativa de fraude. Diante da informação de que os trabalhos poderiam ser interrompidos a qualquer momento, os oposicionistas protestaram.

O desempenho do candidato oposicionista Roberto Ferreira, de qualquer forma, está sendo surpreendente.

A projeção de que Aidar vence no Interior, onde o colégio eleitoral é maior vem se confirmando. Mas não com a intensidade prevista. Na Capital, Roberto Ferreira teria vencido com uma frente de 2.000 votos.

Em Campinas, um dos maiores colégios do Estado, Ferreira ganhou com cerca de 500 votos na frente. Em Santos, outro grande colégio, Aidar está vencendo.

A situação perdeu por uma diferença de 200 votos no mais tradicional colégio paulista: a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Aidar teria vencido por 900 votos na FMU, mas perdido por 1.600 na Álvares Penteado.

Revista Consultor Jurídico, 17 de novembro de 2000, 00h49.

Revista Consultor Jurídico, 16 de novembro de 2000, 0h00

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