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Montadoras: TRT julga greve.

Montadoras entram na Justiça contra greve de metalúrgicos em SP

Montadoras e metalúrgicos reúnem-se nesta segunda-feira (13/11), às 17h, para uma tentativa de conciliação que interrompa a greve dos trabalhadores.

A audiência foi marcada pelo TRT paulista a quem foi apresentado às 13h10 um pedido de dissídio coletivo.

É a primeira vez que isso acontece, nos últimos 24 anos.

O pedido foi apresentado pelo Sinfavea (Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares). A ação é suscitada contra a Federação dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas do Estado de São Paulo e outras 53 entidades sindicais.

O objetivo é interromper a greve iniciada hoje e que envolve cerca de 60 mil trabalhadores ligados a sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores. Estima-se que, durante a paralisação, pelo menos 4 mil veículos deixarão de ser produzidos, diariamente.

Os trabalhadores querem 20% de aumento real mais reajuste e o limite de 40 horas de jornada semanal de trabalho.

O pedido do sindicato patronal vai agora para o vice-presidente judicial do TRT, Argemiro Gomes, que convocará as partes em busca da conciliação. Caso não se chegue a um acordo, o que é bastante provável, o dissídio será decidido, então, pela Seção Especializada de Dissídios do Tribunal.

A Especializada é composta por dez juízes e tem na sua presidência a juíza Maria Aparecida Pellegrina. Ao colegiado caberá julgar a greve e as normas coletivas da categoria - o reajuste e as chamadas cláusulas sociais reivindicadas.

Revista Consultor Jurídico, 13 de novembro de 2000, 0h00

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