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Homicídio qualificado

Ministério Público oferece denúncia contra Pimenta

O Ministério Público de São Paulo ofereceu, nesta segunda-feira (28/8), denúncia contra o ex-diretor de redação do Estado de S.Paulo, Antônio Marcos Pimenta Neves, por homicídio duplamente qualificado. Ele matou sua ex-namorada, a jornalista Sandra Gomide, com dois tiros.

A assistência da acusação sugeriu e o Ministério Público acolheu a tese de duas qualificadoras para respaldar a tese de crime hediondo: a de que se verificou motivo torpe e que o crime foi à traição, ou seja, a vítima foi pega de surpresa e não teve chance de se defender.

Para os advogados Luiz Flávio Gomes e Márcio Thomaz Bastos, todas as circunstâncias do caso comprovam que o crime foi premeditado e detalhadamente planejado. Eles consideram também que não se tratou de um crime passional, mas sim uma vingança praticada com requintes de crueldade. Na apresentação da denúncia, pede-se também a prisão preventiva do jornalista.

O promotor Marcelo Milani, do 1º Tribunal do Júri, não acompanhara mais o caso. Segundo o Ministério Público, ele só foi designado até que a denúncia contra o ex-diretor fosse oferecida.

Agora, a responsável pelo caso será a promotora criminal Lúcia Bromerchenkel Nunes, da 1ª Vara Criminal da cidade de Ibiúna, onde ocorreu o crime.

A Procuradoria-Geral de Justiça, em São Paulo já recebeu cópia da denúncia contra Pimenta.

Revista Consultor Jurídico, 28 de agosto de 2000, 0h00

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