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Terminou em pizza

Câmara Municipal de São Paulo decide não cassar Maria Helena

A vereadora paulistana Maria Helena (PL) escapou, nesta terça-feira (25/4), de ter o seu mandato cassado pelo plenário da Câmara Municipal.

Na primeira votação, referente à acusação de posse e uso de um cheque em branco, a absolvição já era dada como certa porque o relatório da comissão processante inocentava a vereadora desta acusação.

Os parlamentares também absolveram Maria Helena de tentativa de extorsão, que teria sido feita contra o vereador Salim Curiatti Júnior (PPB).

Outra acusação contra a vereadora que caiu por terra (com apenas 28 votos a favor da cassação) foi a de apropriação de parte dos salários e vales refeição de seus funcionários de gabinete.

Antes da votação, já se dizia, nos bastidores da Câmara, que a vereadora seria absolvida.

Segundo assessores da Casa, que preferiram não se identificar, o pouco tempo que o advogado da vereadora, Laerte Torrens, levou para fazer a defesa e a quantidade dos documentos do processo lidos revelou a tendência dos parlamentares.

Ao final da sessão os vereadores de oposição defenderam o fim da votação secreta, pois, segundo eles, isso fará com que os eleitores "saibam em quem estão votando".

Revista Consultor Jurídico, 25 de abril de 2000, 0h00

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