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CPI do Narcotráfico

TJ paulista nega liberdade a acusados pela CPI do Narcotráfico

O investigador Antônio Lázaro Constâncio e o delegado Ricardo de Lima, ambos de Campinas (SP), continuarão presos. O desembargador Djalma Lofrano, do Tribunal de Justiça de São Paulo, negou pedido de habeas corpus em favor dos acusados.

Lázaro Constâncio, o Lazinho, é um dos mais antigos investigadores da Polícia Civil na cidade e teve prisão preventiva decretada na madrugada do dia 21 de novembro, a pedido da CPI do Narcotráfico.

A prisão do investigador foi anunciada durante seu depoimento aos deputados. Lazinho - que é considerado uma espécie de Hildebrando Pascoal de Campinas - foi preso por indícios de prevaricação, tráfico de drogas, formação de quadrilha, receptação de roubo e tortura.

Já, o delegado de polícia Ricardo de Lima teve a prisão preventiva decretada por estar envolvido em suposto esquema de corrupção e proteção a traficantes. Lima foi preso quinta-feira passada (25/11).

As prisões são preventivas. Ou seja, tem caráter temporário e devem durar apenas 30 dias. Os dois acusados pertenceriam à quadrilha supostamente liderada pelo William Sozza.

Revista Consultor Jurídico, 29 de novembro de 1999, 0h00

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